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Monte Fuji, a Deusa do Fogo

Há um ditado japonês que fala nos 4 temores, e são eles: terremoto, trovão, incêndio e pai.

Hoje o país está melhor preparado para o terremoto. Todas as construções são individualizadas e contam com o avanço tecnológico para diminuir os impactos. Toda construção, por lei, deve ser capaz de suportar terremotos de até 7,5 na escala.

Já os trovões pudemos comprovar que são medonhos, não houve chuva que não viesse acompanhada de relâmpagos e trovões, seriam até naturais e facilmente assimiláveis se não fosse a altura do trovão. Realmente assustador!

Quanto ao incêndio, a medida adotada pelo governo japonês, foi tornar obrigatória que, ao menos, uma janela por andar fosse feita de material facilmente quebrável e não cortante, para que os bombeiros pudessem entrar sem se ferir. Para marcar as janelas é colado um adesivo de um triângulo vermelho invertido. Achei curiosa a medida adotada, pois se fosse no Brasil os ladrões teriam o adesivo como sinal de passe-livre. Mas como no Japão os roubos são tão poucos que sequer são contabilizados, compreensível.

Já o medo do pai, segundo soubemos, as coisas estão bem mudadas. Tradicionalmente as mulheres possuem respeito (medo) pelo pai e quando casam passam a temer o marido. Vimos muitas mulheres ainda assim, andam três passos atrás do homem para sequer pisar-lhes a sombra. Pois é, cultura bem diferente! Mas atualmente as mulheres já não são mais tão ligadas a seus pais e maridos, adotaram um estilo de vida ocidentalizado, inclusive muitas optam por não terem filhos.

No Japão, ao contrário da China, os filhos são estimulados. Além de todas as políticas públicas de qualidade que são oferecidas a todos os japoneses, as grávidas ganham uma bonificação em dinheiro. O Japão tem visto sua população diminuir, enquanto a expectativa de vida continua altíssima e crescendo.

Hakone

No dia de hoje a atração principal é o Monte Fuji. Fuji é o nome da deusa do fogo no Xintoísmo e por isso muito cultuada. O japonês tem o costume de se referir ao monte como a uma mulher, falando “ela está irritada, está envergonhada, está cansada…” só ao ver o monte ou não, nos casos de neblina espessa.

O monte possui 3.776 metros de altura. E está inativo desde 1707. Os japoneses falam que o monte é mais bonito de longe, de noite e de sombrinha, referindo-se ao tamanho, ao anoitecer e à cobertura de neve no cume do monte.

Chamou-nos a atenção o som que faz o atrito das rodas do carro (ônibus) nas fissuras do asfalto que sobe o monte. Subindo até à metade do Fuji, o som que se ouve lembra o de música feita em instrumento de sopro de bambu. Muito interessante o curioso fenômeno. Coisa de japonês!

De carro é possível chegar até à altura 2.300 metros do Monte Fuji. A esta altura está a 5a estação de um total de 10. As estações foram marcadas de acordo com o tempo de duração de óleo em uma lamparina, sendo necessárias as paradas para reabastecimento.

Subir até o cume só nos meses de julho e agosto.

Após o passeio até ao Monte Fuji, fomos ao Lago Ashi, uma cratera enorme, onde acredita-se ter sido um vulcão na antiguidade e que se transformou num lago cercado por montes. A água de lago vem das geleiras derretidas do cume do Fuji e que são absorvidas pelas pedras vulcânicas, desaguando ao final no Ashi.

O visual é belíssimo, não vimos a imagem do Fuji refletida porque nesta hora, ao contrário da subida ao Monte, o Fuji estava encoberto pela névoa. Após o belíssimo passeio de barco pelas águas do Ashi, descemos ao pé do Monte Komagatake.

Subimos o Komagatake de teleférico e a expressão foi bem diferente. Todo o monte estava encoberto por neblina, razão porque a sensação era de que estávamos nas nuvens. Infelizmente a vista ficou prejudicada, mas a experiência valeu. Afinal, turismo também está à mercê do temperamento do clima.

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Trem Bala

Após os passeios ao Fuji e ao Kamagatake, seguimos para Odawara, cerca de 1h30 de ônibus de turismo. Lá pegamos o trem bala japonês com destino a Kyoto.

Kyoto

Com uma população estimada em quase 1,5 milhão de pessoas (2010), Kyoto forma, juntamente com as cidades de Osaka e Kobe, uma região metropolitana conhecida como Keihanshin, que abriga mais de 18,6 milhões de pessoas (dados de 2010), figurando como a segunda mais populosa região metropolitana do país, atrás apenas da Grande Tokyo. Foi em tempos conhecida no Ocidente por Meaco, que significa, literalmente, “capital”. Kyoto é ocasionalmente apelidada de “Velha Capital” e “Cidade dos Samurais”.

 
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Publicado por em 23/08/2013 em Diário de Viagem

 

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Kamakura e o Buda Gigante

Depois da aventura no mercado de peixes e do saborosíssimo e ímpar café da manhã, tivemos um dia de passeios na cidade de Kamakura.

Localizada na província de Kanagawa, a cidade tem uma população estimada em 170 mil habitantes. Distante cerca de 50 km de Tokyo.

“Com a subida ao poder do temido clã Minamoto, Kamakura foi a capital de facto do Japão entre o fim do século 12 e meados do século 14. Cercada por montanhas e pelo mar, a cidade era facilmente defendida contra os muitos inimigos da primeira família de xoguns, que detinham o poder político e militar real sobre o país, usando os imperadores de Kyoto apenas como símbolos. Neste período de florescimento cultural e econômico, a cidade expandiu-se e ergueu templos budistas e santuários xintoístas de grande importância cultural e histórica”.

A cidade é pequena, um charme. A visita vale pela imponência do templo budista e pelo passeio pelas ruas estreitas e arborizadas. O comércio local é forte, há muitos turistas. Mas nem por isso há facilidade na compra de lembrancinhas, tanto para comprar, quanto para almoçar, não houve quem aceitasse cartões de crédito, sendo, pois, indispensável a moeda local em espécie.

Interessante ressaltar que por onde estivemos – no Japão – não foi fácil encontrar locais que aceitassem cartões internacionais.

Após o almoço, o grupo se dirigiu – de ônibus – até o templo do Buda Gigante, o Daibutsu, uma imponente estátua de bronze do Buda Amida. Estátua belíssima encravada num templo há poucos quilômetros do centro de Kamakura e que é muito popular entre turistas e entre budistas de todo o mundo.

O dia de hoje foi extremamente cansativo, principalmente porque madrugamos para ir ao Mercado de Peixes, mas o passeio foi extremamente valoroso.

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Hoje foi o dia mais quente, sem dúvidas!!

 
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Publicado por em 22/08/2013 em Diário de Viagem

 

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Japão: Tokyo – tradição, religião, história e curiosidades

Hoje foi o dia do nosso city tour… O passeio começou às 9h aqui no hotel – Tokyo Prince Hotel – e tinha como “script”: conhecer o Santuário Meiji e o Templo Asakusa Kannon; visita à Praça do Palácio Imperial; tarde e noite livres.

O Santuário Meiji Jingu foi construído em homenagem ao Imperador Meiji que libertou o Japão do feudalismo e do isolamento comercial. Totalmente destruída durante os bombardeios da Segunda Guerra Mundial, o santuário foi totalmente reconstruído em 1958. “A feliz combinação de estruturas de cipreste e tetos em bronze, hoje esverdeados pela oxidação, está cercada por um amplo e belo bosque, calmo e silencioso”.

Já o Templo Asakusa Kannon é um templo budista dedicado ao bodhisattva Kannon, que personifica a caridade. Ele é muito mais ricamente ornamentado, colorido, animado e muito mais popular. Nele vimos rituais, mas também muito mais pessoas de forma desordenada, tirando fotos e comprando buginganga. Por falar em bugingangas, ao lado do templo há um comércio muito forte. Lojas, lanchonetes, passeios de riquixá (aquela charrete puxada por homens) e toda sorte de coisas…

O santuário é xintoísta, enquanto o templo é budista. Basicamente a diferença entre ambas as religiões é o fato de que a primeira é politeísta e cultua a natureza, considerada mais arcaica e tradicionalista, acredita que o fim da vida é o retorno à natureza, é adotada pela família imperial; O budismo, por sua vez, é monoteísta – Buda – e crê na vida após a morte, crê no paraíso e nas compensações pós vida.

Aprendemos que os próprios japoneses dizem que “90% são xintoístas e 80% são budistas, mas que 100% é católico na noite de Natal”. Dizem ainda que “o japonês nasce xintoísta, morre budista e casa católico”. Isso seria por causa das principais festas. O batizado xintoísta seria belíssimo, assim como o fato de que haver um paraíso pós vida – budismo – é muito mais atraente do que voltar à natureza, e o casamento católico é uma festa e tanto.

Brincadeiras nipônicas à parte, o que vimos foram rituais religiosos belíssimos, mesmo com a grande concentração de turistas tanto no santuário, quanto no templo.

A visita à Praça do Palácio Imperial foi frustrante porque nem de longe vimos o palácio. Construído numa área de 1000 metros quadrados e escondido por trás de árvores enormes, nele residem o Imperador e sua esposa, os filhos moram em outro palácio. O imperial só é aberto à visitação duas vezes no ano: no ano novo e no dia do aniversário do Imperador. Curiosidades e frustrações à parte, vale a visita… O local é belíssimo, os jardins, a organização, a limpeza e os fossos que circundam o palácio. Coisa de histórias infantis.

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Curiosidades

O Japão possui uma população de 127 milhões de habitantes, sendo que 10% deles vivem em Tokyo. Inacreditavelmente não vemos miséria, não há um pedinte e, como relatei anteriormente, a criminalidade é baixíssima.

Incrivelmente focados e determinados, dá para entender como o Japão, país de 377.873 quilômetros quadrados, foi capaz de superar a devastação da II Grande Guerra, se reconstruir, sediar os jogos olímpicos de 1964 e a partir daí crescer e não parar mais.

Por falar em Olimpíadas, o Japão é candidato à sede em 2020 e está em franca campanha.

Com um PIB de mais de 5 trilhões de dólares, o Japão é a terceira economia do mundo. Só a título de comparação, o Brasil possui mais de 190 milhões de habitantes, 8.515.767,049 quilômetros quadrados e um PIB de pouco mais de 2 trilhões, a sétima economia do mundo.

Mas em IDH somos o 85o, enquanto eles são o 10o.

Outra curiosidade é a Embaixada da Rússia. A rua é extremamente policiada para evitar excessos nas manifestações contra a ocupação russa de ilhas japonesas. Na verdade, a discussão é justamente sobre quem são os verdadeiros possuidores das ilhas, o litígio remonta ao fim da II Guerra.

A japonesa que nos guiou hoje revelou que sempre vê policiamento, mas que nunca viu manifestantes.

Outra curiosidade é relativa ao relacionamento do Imperador Akihito com a Imperatriz Michiko. Ela foi a primeira plebeia que se casou com um membro da Casa Imperial do Japão e deteve o título de Princesa Consorte do Japão. Até essa parte já é interessante, mas o curioso é que ambos se conheceram jogando tenis, grande paixão do imperador. Na época Michiko namorava um diplomata e para conquistar a amada o Império – Akihito ainda não era Imperador – mandou o diplomata embora e proibiu seu retorno. Michiko acabou casando-se com Akihito, mas não era seu desejo, pois tinha muito receio quanto às suas obrigações. A principal obrigação da esposa de um Imperador é lhe dar um filho varão, Michiko deu logo dois ao Imperador.

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Hoje vivi ainda mais experiências legais, estas acabaram 13h, mas o post ficou grande demais, amanhã posto mais!!

Boa noite, amigos!!

Tokyo, Japão, 21/08/2013, 23h13

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Santuário Meiji Jingu

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Santuário Meiji Jingu

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Santuário Meiji Jingu

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Santuário Meiji Jingu

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Santuário Meiji Jingu

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Santuário Meiji Jingu

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Santuário Meiji Jingu

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Templo Asakusa Kannon

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Templo Asakusa Kannon

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Templo Asakusa Kannon

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Templo Asakusa Kannon

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Templo Asakusa Kannon

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Templo Asakusa Kannon

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Templo Asakusa Kannon e Comércio local

 
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Publicado por em 21/08/2013 em Cultura, Diário de Viagem

 

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Tokyo: Ginza – surpresa, gentileza e limpeza

Retomando a postagem anterior, que acabou se estendendo mais do que o esperado, conto a vocês a segunda parte do dia.

Depois do tour fomos à região de Ginza, que é o centro empresarial onde estão reunidas as lojas mais caras e os empreendimentos mais ricos do mundo (ocidental e oriental). Desde lojas de carros, até roupas, acessórios, comida e tudo o mais que seja caro ou rico.

Segundo os japoneses, o metro quadrado nesta região custa a bagatela de 200 mil dólares ou 2 milhões de yens. Realmente caríssimo!

Almoçamos num restaurante aconchegante num primeiro andar, onde o térreo era a “fabriqueta de massas”. A culinária era chinesa, mas só descobrimos quando fomos escolher os pratos (ou alguém acha que eu sei distinguir os ideogramas? Impossível!)…

Enfim, a comida simplesmente divina. Chamou a atenção de que por essas bandas ainda é possível fumar em ambientes fechados e que o japonês, tão fino, elegante e discreto, toma sopa de macarrão de uma forma bem peculiar… Eles sugam a comida e o caldo fazendo um barulho pavoroso. Logo eles que nos olham bem atravessado quando falamos alto.

Como sempre o idioma foi um probleminhas, mas contornável pela disposição e gentileza de um cliente que nos serviu de intérprete – claro que inglês-japonês. O gentil rapaz compartilhou de sua internet comigo – nesse restaurante não havia wi-fi – e mostrou pelo mapa o lugar em que eu queria chegar. Foi só salvar o mapa e facilmente pudemos encontrar o local.

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Almoço chinês no Japão (pois é, coisas do idioma…)

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Fumante dentro do restaurante chinês, em Ginza

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Tela do mapa salvo depois da ajuda do gentil japinha

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Ginza – rua

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Ginza – rua

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Ginza – rua

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Ginza – rua

Ponto pro japinha gentil e ponto para o Brasil, o rapaz nos disse que estava “so exciting” com a copa do mundo de 2014 e que já estava com tudo preparado para ir ao Rio de Janeiro. Legal, né?! Tem gente boa vindo ao Brasil, espero que saibamos receber tão bem.

Numa loja da Shiseido a música ambiente era Bossa Nova. Legal para brasileiros em compras e mais fantástico ainda porque nossa melodia encanta os japinhas do outro lado do mundo!! Orgulho de nossa música tipo exportação.

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Outra passagem interessante para contar aos amigos leitores é que a limpeza que se vê nas ruas se reflete nos carros… O japonês é um ser extremamente limpo – roupas, asseio pessoal, tudo… Meio neurose mesmo!!

Além de passarem alcool em gel ou aquoso o tempo todo nas mãos, também são extremamente metódicos com arrumação e padronização. Povo curioso!!! E admirável…

 
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Publicado por em 20/08/2013 em Diário de Viagem

 

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Tokyo: Harajuko: Cotidiano e dolls, colorido surpreendente

Depois da estressante viagem até o Japão, nos instalamos no hotel e descansamos por cerca de 3 horas.

Às 17h30 (horário local) já estávamos saindo. O destino escolhido foi o bairro de Harajuku, pelas ruas encontramos os japoneses no seu dia a dia… Passeamos pela rua das lojas mais caras – Rua Omotesano -, nos deparamos com o império de lojas no Tokyo Plaza – um palácio de espelhos.

Enquanto isso íamos encontrando pelas ruas o que os japoneses têm de mais marcante, ao menos inicialmente, o colorido. As cores remetem às fantasias, o Cosplay e os Mangás, mas também às dolls.

Falar um pouco sobre elas é interessante. As dolls são japonesas que se fantasiam (ou vestem-se) como “meninas-bonecas”. Sempre acreditou-se que a japonesa buscasse a aparência mais espalhafatosa por serem muito parecidas entre elas, assim – com enfeites e penduricalhos – poderiam sentir-se únicas entre tantas. Mas hoje uma colega de viagem explicou que a cultura japonesa teve que sofrer grande mudança para se habituar aos costumes ocidentais, por isso, homens que sempre casaram com meninas, passaram a buscar mulheres com aparência de meninas, daí porque tantas mulheres se vestem de forma infantilizada mesmo nos dias de hoje.

Por falar em infantil. Vimos como é comum a leveza dos trajes e das brincadeiras infantis. Muito interessante ver mulheres – especialmente – agirem como desenhos animados, personagens infantis e paramentadas com todo tipo de buginganga.

Em nome da moda – a delas – encontramos meninas sofrendo com os pés vermelhos e inchados se equilibarando em saltos altos, outras calçando números maiores que o de seus pés, outras tão maquiadas que mal se imagina a verdadeira cor da pele, e há ainda aquelas que vestem-se como colegiais, como barbies, como bonecas de porcelana, enfim, todas arrastando enorme bolsas ou malas.

Encontremos uma galeria estilizada chamada “Jol Harajuku”, nela há o espaço studio (onde há apresentações), espaço beleza (onde as moças podem se arrumar e comprar os adereços que preferiram), espaço alimentação (onde há uma enorme variedade de lanchonetes).

Os rapazes, por sua vez, sempre estão com as garotas – puxando malas – ou atrás delas – tentando carregar alguma mala.

Caminhamos bastante hoje, o transporte escolhido na ida foi o metrô e na volta o trem, mas caminhamos bastante. O grupo todo dispersou-se na Takeshita Street (onde há a maior concentração de dolls) e cada um fez a refeição que preferiu.

As lojas começaram a fechar às 20h e às 21h já estávamos voltando para o hotel…

Hoje é dia de dormir cedo, ainda tentando se adaptar ao “confuso-horário”.

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Visto para o Japão

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No trem, voltando do bairro Omotesano

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Cotidiano japonês: informação + informação

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Ticket do trem

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Casal de jovens japones

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Doll roqueira – Jol Studio

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Recepção da Jol Store

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Jol Beauty

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Dolls aprendendo coreografias – Takeshita Street

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Dolls Costums

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Crepe japonés

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Mapa do Takeshita Street

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Detalhe do Portal de Acesso à Takeshita Street

 

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Publicado por em 20/08/2013 em Diário de Viagem

 

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