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Restaurante Forte Maurício de Nassau na Record

Ainda do ano passado…

50 por 1 jacaréNo dia 29/12/2013 estreou a série Águas do Brasil, com Álvaro Garnero, para o Programa 50 por 1, da Record (com reapresentações na Record News). No segundo episódio da série, “Foz do São Francisco”, o apresentador desembarcou na foz do Velho Chico, aqui, em Alagoas, e “subiu” o rio em direção aos canyons.

Em Piaçabuçu participou de uma corrida de jangadas, que ele ganhou ao final (claro!) e depois partiu para Penedo. Em Penedo, como não poderia deixar de ser, apresentou nossa principal iguaria: a moqueca de jacaré.

O prato que é típico da região foi apresentado em detalhes no programa. O restaurante escolhido foi o Forte Maurício de Nassau, conhecido pela forma especial como a moqueca é preparada, mas também pelo divino pudim de leite e pela variedade de “cachacinhas de frutas”.

Além da iguaria, o programa mostrou a simpatia do meu querido tio Gustavo Lisboa – tio, sim! –, proprietário do restaurante, e também o fantástico visual que se tem do rio a partir do restaurante, aliás, quem não assistiu ao programa, confira e perceba. O que se vê parece um quadra, mas não é. É, simplesmente, o por do sol mais lindo do mundo!

Quem perdeu pode conferir o episódio completo aqui!

50 por 1 São Francisco

 

Serviço:
Restaurante Forte Maurício de Nassau
Praça Barão de Penedo, nº 89, Penedo, AL, CEP: 57200-000
Contato: (82) 3551-3646/ 9981-7047
 
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Publicado por em 02/01/2014 em Cultura, Variedade

 

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#VemPraRuaPenedo Jovens sabem muito bem o que querem

Publicado no Portal Cada Minuto

Da rua não saio, não. Quero investimento em saúde e educação”.

Penedo entrou na onda dos manifestos, mas muito mais do que meros surfistas das onda da web ou das modinhas virtuais, os penedenses deram um show na reivindicação de seus direitos.

Cônscios do papel de cidadãos vanguardistas que os jovens possuem em sua comunidade, eles tomaram as ruas da histórica Penedo para cobrar melhorias não só no transporte público – “não estamos parados, não queremos coletivos sucateados” -, mas também na cidade, na educação e na saúde.

Cerca de 200 meninos, meninas, jovens e trabalhadores optaram por ignorar o jogo do Brasil (em Fortaleza, contra a seleção do México, pela Copa das Confederações) para protestarem nas ruas da cidade. Com gritos de “chega de blá blá blá, o professor vale mais que o Neymar”, aqueles jovens mostraram que “o país do futebol” está amadurecendo e voltando sua atenção (e seus valores – “festas não me compram”) para aqueles que realmente importam: “o futuro da nação”.

“Orgulhosos de serem brasileiros”, entoaram o Hino Nacional unidos, de mãos dados, em frente à prefeitura municipal e pedindo valorização aos seus professores, novas contratações e capacitação adequada. Aqueles meninos estavam (e estão) realmente preocupados com seu futuro, com a qualidade de seus estudos, e entenderam que a qualidade de sua formação passa, necessariamente, pela qualidade e dedicação do professor.

Esse alunos são diferenciados, mas o mais importante, são realistas, sabem o que querem do futuro e não querem ter que abandonar sua cidade para estudar e trabalhar. Pediram melhor educação, mais cursos superiores, maior valorização de seus professores e suas instituições de ensino, mas, principalmente, pediram a valorização de sua cidade, com geração de emprego, renda e desenvolvimento – não esqueceram da cultura e lazer.

Se a gente gritar eles ouvem!” Chamaram à responsabilidade o Deputado Federal, e ex-prefeito da cidade, Alexandre Toledo e o governador Teotônio Vilela, companheiros de estratégias políticas e eleitorais, e pediram-lhes mais investimento na cidade, em especial à saúde, às UPAs.

Por meio de cartazes alertaram “quando seus filhos adoecerem, leve para o estado”. Em meio aos jovens, além de professores, havia também trabalhadores da saúde. Estavam engrossando o coro por melhores condições de trabalho, reclamaram das cobranças por qualidade quando muitas vezes lhes faltavam material básico.

A passeata que começou na entrada da cidades, aos pés do Bom Jesus dos Navegantes, como que pedindo benção aos ousados jovens que tiveram a coragem de disputar a atenção da tradicional sociedade penedense com o jogo da seleção brasileira, parece ter conseguido as bençãos e os incentivos necessários. No caminho ganharam maior adesão, a polícia ajudou a controlar o tráfego e acompanhou todo o trajeto, assegurando que os jovens não seriam interrompidos.

Apesar da descrença de alguns espectadores quanto aos rumos daquela passeata juvenil, o que se viu foi pacifismo, paciência, entusiasmo, esperança e, principalmente, coerência.

Em frente à prefeitura, mais uma demonstração de que não eram meros surfistas de redes sociais, mas jovens dispostos a cobrar pelas promessas que políticos eleitos fazem recorrentemente. Não pediram “a cabeça” do prefeito, apenas lembram-no das promessas.

O gigante acordou, e o gigante é jovem, disposto e coerente. O gigante quer melhor educação, quer melhor saúde, quer melhor transporte e quer, acima de tudo, uma melhor cidade.

E se você, caro leitor, está pensando que esse texto é demais para uma “cidade pequena? pequena é sua mentalidade”.

Parabéns, penedenses!!

 
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Publicado por em 20/06/2013 em CadaMinuto

 

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