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Dossiê Herzog

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Diferente da obra de Audalio Dantas, o livro de Fernando Jordão tem a proximidade temporal como atrativo para a sua obra. Jordão foi um grande amigo de Herzog, estiveram juntos em Londres trabalhando para a BBC, foram colegas em outras redações.

Enquanto Audalio foi uma testemunha institucional, principalmente na condição de presidente do sindicatos dos jornalistas de SP quando do assassinato de Vlado, Jordão foi colega, amigo, companheiro. Tão ameaçado quanto Vlado pela forças “revolucionárias democráticas”.

Este livro foi publicado em 1979 e naquele momento foi um ato de coragem e rebeldia. Os livros que li sobre Vlado me fizeram admirar o homem que não cedeu, mas muito mais admiro os sobreviventes, aqueles que lutaram pelo fim da censura, das torturas e dos segredos dos porões militares.

Precisamos nos alimentar de informações, todas elas, pois se não queremos uma ditadura militar, também não queremos uma ditadura de esquerda. Conhecer nossa história e a do mundo, nos fortalece no entendimento da tolerância, dos argumentos, da solidez do debate de ideias e do respeito aos contrários, pois a liberdade deles atestará que continuo firme no propósito de lutar por liberdades para todos.

 
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Publicado por em 08/11/2015 em Uncategorized

 

As duas guerras de Vlado Herzog

As duas guerras de Vlado Herzog

Na semana em que são lembrados os 40 anos da morte de Vladimir Herzog recomendo o livro de Audalio Dantas. Um importantíssimo relato sobre o sindicalismo dos jornalistas e todas as guerras que precisou travar, principalmente quando o maior inimigo era a censura, o aviltamento de salários e a prostituição do profissional em troca de uma carteirinha de jornalista.

Assim como hoje ainda é apregoado, no início do jornalismo no Brasil, Chateaubriand, afamado empresário da comunicação no Brasil, pioneiro também na prática do “trabalhar no meu veículo já deveria lhe bastar”, “vc não já tem sua carteirinha, para que salário?”, comuns ainda hoje entre estagiários e jovens jornalistas.

Muitos foram os anos que se passaram desde a morte de Herzog. Ele foi perseguido por sua ligação com o Partido Comunista, mas sua principal motivação não era o comunismo, mas a resistência ao regime militar. Tudo porque Herzog acreditava e lutava pela liberdade de imprensa, pelo fim da censura prévia e se negava à prática comum (até hoje) da auto-censura.

Apesar das décadas que nos separam daquele contexto histórico, vários itens pontuados por Audalio ainda se repetem atualmente. Um segmento disperso, pouco ligado às lutas sindicais da profissão, desiludidos com os rumos da política e da representação sindical.

Mas a resistência pacífica e organizada como ponto central de união entre os jornalistas resgatou o sindicato do ostracismo e o transformou numa importante ferramenta de oposição política e ideológica.

Como sabemos que a história que não é contada está condenada a ser repetida. Sugiro a leitura. Por todos, mas principalmente pelos colegas jornalistas.

Vem ainda dos tempos do regime militar alimentar a ideia de que a imprensa era perniciosa. À medida que os militares linha-dura ganhavam espaço no regime, setores da própria imprensa eram usados para fomentar a ideia de que por todas as redações havia núcleos comunistas dispostos a se valer do poder de comunicação com as massas para manipular o povo.

A fim de afastar as pessoas da influência até de novelas, em plena década de 70, militares faziam sair em notas de colunas de jornalistas “democráticos”, pois a ditadura dos militares era chamada de democracia por eles, informações alarmantes sobre a capilaridade do Partido Comunista na imprensa.

“Já havia entendimento consensual na diretoria de que todos os jornalistas, registrados ou não, sindicalizados ou não, seriam defendidos pelo sindicato quando atingidos pela violência da repressão”.

 
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Publicado por em 04/11/2015 em Uncategorized

 

“Espaço Muda, OAB” é inaugurado com discursos emocionados e público engajado

“Espaço Muda, OAB” é inaugurado com discursos emocionados e público engajado

Em clima de congraçamento e disposição para a campanha, candidatos receberam mais de 200 advogados

A Chapa “Muda, OAB”, encabeçada por Roberto Mendes, advogado público e também privado, e por Vagner Paes, advogado e professor, tem se consagrado pela criatividade e inovação nas ações de campanha. No último dia 28, abriu o “Espaço Muda, OAB” no bairro da Pajuçara, com a presença de mais de 200 advogados dos mais diversos segmentos.

Sem quaisquer restrições, as portas do espaço foram abertas para advogados privados e públicos; do interior e da capital; trabalhistas, previdenciários, criminalistas, civilistas, constitucionalistas, administrativistas; advogados jovens, mais experientes; advogados que se dedicam a concursos públicos e militantes.

Para romper com o paradigma dos comuns comitês de campanha, a Chapa 3 inovou e abriu um espaço para reflexão e fortalecimento das propostas e posicionamentos de classe, se mostrando como a verdadeira mudança.

Segundo o coordenador Hermann Braga, “o espaço Muda, OAB pretende e já é um lugar para reflexão, interação, amadurecimento de ideias, debates construtivos e plurais e congraçamento entre aqueles que compreendem que o momento é de união da classe para que a OAB seja revista e possa reencontrar o caminho do fortalecimento da advocacia para advogados e para os cidadãos alagoanos”.

Além dos jovens advogados, que já são a marca do grupo, o evento contou com a presença de ilustres, renomadas e históricas personalidades da advocacia alagoana, como: José Costa e Daniel Quintela. Sendo Quintela um dos candidatos da chapa “Muda, OAB” ao Conselho Federal.

Compondo a Mesa que se formou no evento, Quintela acompanhado do professor e advogado Fábio Lins, da advogada Ana Kilza Patriota, ambos também candidatos ao Conselho Federal, bem como dos advogados Marialba Braga e Daniel Martiniano, candidatos à Secretaria-geral da OAB, os candidatos a presidente e vice, Roberto Mendes e Vagner Paes deram as boas vindas aos advogados presentes e deram início à campanha que vem se consolidando e crescendo sem quaisquer rejeições.

Daniel Quintela, uma referência para a advocacia alagoana emocionou a plateia ao falar de sua desilusão com a política de classe e sua surpresa com o grupo que se formou em torno do ideal de transformar a OAB. “Eu já não participava da política da Ordem, estava decepcionado, até que conheci este pessoal, vi o engajamento e a disposição genuína deles em conquistar os advogados e fazer uma verdadeira mudança na OAB”.

Quintela revelou ainda que o grupo foi capaz de despertar nele as mesmas esperanças de quando ainda era um jovem advogado e o fez “mergulhar neste sonho”. Também com bastante emoção, Vagner Paes falou de sua paixão e vocação para a advocacia.

“Tantas vezes eu viver, sempre escolherei a advocacia. Tenho orgulho de ser advogado e precisamos resgatar o orgulho da classe”, disse Paes arrancando aplausos. Para fechar o momento, Roberto Mendes falou em foco e determinação. “A advocacia acordou, está vendo que a verdadeira mudança é possível. Inauguramos novas ideias, novos tempos e uma nova advocacia. A classe está compreendendo nossa mensagem e está nos apoiando. Somos o grupo que mais cresce”.

Doações

O espaço Muda, OAB nasceu para receber advogados e quaisquer pessoas que queiram contribuir com a caminhada que se trava em busca da gestão da OAB, a fim de se dedicar ao fortalecimento da advocacia, mas também para receber doações para entidades sem fins lucrativos.

Em parceria com o “Movimento Todo Mês é Dezembro”, o espaço “Muda, OAB” está recebendo donativos das mais variadas ordens. Desde alimentos e produtos de higiene pessoal e de primeiros socorros, também livros, roupas e brinquedos para crianças carentes.

Mais informações: mudaoabal.com.br

O espaço Muda, OAB nasceu para receber advogados e quaisquer pessoas que queiram contribuir com a caminhada que se trava em busca da gestão da OAB, a fim de se dedicar ao fortalecimento da advocacia, mas também para receber doações para entidades sem fins lucrativos.

Em parceria com o “Movimento Todo Mês é Dezembro”, o espaço “Muda, OAB” está recebendo donativos das mais variadas ordens. Desde alimentos e produtos de higiene pessoal e de primeiros socorros, também livros, roupas e brinquedos para crianças carentes.

 
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Publicado por em 30/10/2015 em Uncategorized

 

Mais um Diário de Viagem

E hoje parto para mais uma viagem…

O roteiro inclui o Japão, a China, a Rússia e a Polônia… Passando na ida e na volta por Frankfurt.

O palavras ao vento me acompanhará nesta viagem e será o veiculo com o qual pretendo contatá-los!!

Sejam bem-vindos e boa viagem!

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Publicado por em 17/08/2013 em Uncategorized

 

Um depoimento de quem deu a volta por cima

Acostumamo-nos a crer que nossos problemas são os maiores, e com isso pouco nos dedicamos a ouvir o outro, a sermos solidários e generosos com a dor alheia.

Muitas vezes somos impulsivos e impacientes, apressados e intolerantes, e invariavelmente colhemos o mesmo. Vivemos numa sociedade mergulhada no caos da velocidade, onde tudo é raso e superficial, onde a quantidade é sempre melhor que a qualidade, e, às vezes, choques são necessários para que “acordemos” desse transe geral e passemos a olhar a nossa volta com atenção e profundidade.

As redes sociais contribuem muito com tudo isso, tanto com a superficialidade, quanto com a profundidade, tudo depende da forma como o usuário se comporta e utiliza as ferramentas.

Ontem (21), “passeando” pelas inúmeras notícias publicadas no FACEBOOK me deparei com o depoimento a seguir.

Ele é Paulo Tenório, estudamos juntos no 2º grau, é ligado à computação gráfica, referência em campanhas publicitárias e em vídeos (é um artista!), viajou o mundo a trabalho e com isso tem uma “bagagem” cultural única. Suas experiências de vida o fizeram ainda mais especial, ele é exemplo de que quando levamos uma (ou umas) rasteira da vida, não devemos nos entregar, mas levantar e mostrar que o aprendizado reoxigena almas…

Eu venho postando umas coisas aqui sobre superação, sobre pequenas histórias na minha vida antes pessoal e antes privada, mas faço sim por uma simples razão: Inspiração.

Busco inspiração nas vitórias e derrotas dos meus amigos e conhecidos. Eu vou dividir mais essa história aqui com vocês.

Nesses últimos dois anos, o universo resolveu tirar a vida do meu pai, a saúde da minha avó, da minha irmã, das minhas pernas e por alguns momentos eu cheguei a brigar com Deus e perguntar o por que que isso acontecia comigo e com minha família. Eu achava que esse escroto barbudo que define o destino de todos aqui na terra estava querendo ferrar com as nossas vidas e nos dar uma lição a moda antiga, uma lição no estilo Kill Bill. Achava isso injusto. Achava injusto minha avó ter um AVC depois de todas as novenas que ela rezou, de tudo que fez para ajudar os outros, até das lendárias histórias dos presos que ela soltava da delegacia quando meu avô era delegado em arapiraca. Achava uma puta de uma sacanagem com ela, deixá-la sem autonomia, sem poder fazer necessidades básicas sozinha, sem poder ver o jogo do flamengo. Vi minha mãe sofrer com a doença dela, vi todo mundo ficar com o coração pequeno e apertado.

Eu fui jogar bola pra tentar esquecer aquilo e acabei rompendo os ligamentos. De repente, eu e minha avó estávamos numa cama na casa da minha mãe e durante um mês dividimos aquele espaço sob praticamente as mesmas limitações. Minha mãe foi uma guerreira. Chamamos de casa de repousa Vera França o apartamento da gente.

Mas passamos por isso e fomos em frente, mas aí a vida vem e leva meu pai, num estalo, num instante, fazia menos de duas horas que tinha conversado com ele e de repente a notícia que ele estava desmaiado e que ninguém conseguia acordá-lo e a ambulância estava a caminho. Eu ja sabia do pior antes mesmo de receber a noticia. Nesse mesmo dia eu tive uma angustia muito grande e liguei várias vezes pra ele pra poder conseguir falar. Não sei como explicar isso mas aconteceu e até hoje não consigo descrever aquilo que senti.

O sofrimento que aquele dia trouxe foi inimaginável. Eu não tinha ideia. E junto com ele uma revolta gigante com tudo. Eu vi minhas irmãs sofrerem, não souber lidar com aquilo. 
De repente me sentia invadindo a vida dele, mexendo nas suas coisas…
No cofre, além das coisas materiais, meu pai guardava as fotos e umas cartinhas da gente de quando éramos crianças, aquelas que diziamos que amávamos ele… Ver coisas desse tipo derrubam qualquer um e comigo não seria diferente.

Com a morte do meu pai várias pessoas se revelaram, muita gente do bem. Mas pessoas também surpreenderam tentando se aproveitar da morte dele para tirar vantagem. Isso foi outro choque que toda a minha família passou.

Quando pensamos que o pior tinha passado, vem esse deus barbudo viado e manda um câncer pra minha irmã. A notícia foi tão pesada que fez todo mundo lá em casa pensar. De repente, queríamos que o ano acabasse logo pra poder virar a página. Nas orações tinha sempre um pensamento de por que aquilo. Vendo minha irmã carequinha, murchinha numa cama, grogue das inúmeras drogas em seu corpo, isso é foda pra quem ta passando, pra quem ta vendo e principalmente pra uma mãe. Eu ja estava ficando puto com deus, com o diabo, com o universo todo. Estava começando a apertar o foda-se e parecia o fundo do poço.

E eu me perguntava por que a gente? Por que não outra família? Ver outras pessoas levando uma vida normal e a da gente aquele zona era foda. Parecia que niniguem tinha direito a ser mais feliz por que eu estava passsando por aquilo.

 

Isso, amigos, trouxe muita angústia, muito sofrimento durante muito tempo.

Um domingo a noite, dias depois do casamento do rafa e da ju, eu revoltado com muita coisa ainda, fui no posto, comprei uma carteira de cigarro e fiquei olhando o céu na janela do meu apartamento. Fumei acho que uns 10 cigarros.

Naquela noite eu pedi desculpa ao meu pai por estar fumando e finalmente baixei a guarda e me deixei dizer que estava pesado de mais. Que a vida tava complicada e que eu precisava daquilo para poder ter um momento de escape, de revolta. Tive uma conversa de algumas horas com deus e meu pai. Uma conversa sem palavras.

Nessas horas você toma tudo o que tiver pela frente e vai levando o papo. Mas antes de terminar a carteira de cigarro e o garrafa de whisky, com as lágrimas no rosto, veio, como o estalo que levou meu pai, uma determinação para mudar de vida, para parar com aquilo. Veio num sei de onde essa força de vontade. Resolvi que daquele dia em diante, não iria nem beber, nem fumar e ia primeiro cuidar do corpo pra poder cuidar da alma. Prometi a mim mesmo que não ia deixar esses problemas da vida me derrubarem e que iria seguir em frente nem que eu precisasse pegar o barbudo safado chamado Deus e fazer que nem a Uma Thurman e sair daquele caixão no murro e encher ele de porrada. Joguei o cigarro no lixo, o copo na pia e tomei um banho. 

Me lembro de acordar no outro dia querendo fazer tudo ao mesmo tempo, correr, malhar, resolver os negocios do meu pai, iniciar um novo curso de motion, terminar meu curta metragem, estudar Real Flow, jogar bola, viajar, matar uns 3 safado que tão tentando roubar as coisas do meu pai… Enfim, tudo ao mesmo tempo e tinha que ser ali, agora. Depois de uns dias vi as limitações do corpo, de que a pressa leva ao erro, de que tudo tem seu tempo e de repente me vi mais centrado, vi a vida de uma forma diferente. Que o drama que se desenrolava na minha história poderia virar um filme de ação ou comédia, dependia de mim, eu era o diretor desse filme. Eu jamais entregaria na mão de um amador barbado e com o apelido de deus o filme da minha vida. Se ele quisesse e fosse bonzinho, talvez o deixaria de primeiro assistente ou diretor de fotografia. Mas jamais o deixaria sozinho conduzindo a minha história. A vida como um filme. Eu pensei nisso, penso assim. Deus pode ser um ótimo coadjuvante, até ator principal mas o diretor é tinha que ser eu. Pois as responsabilidades dos meus atos determinam o roteiro do filme e esse eu quero tenha todos os gêneros, do drama a comédia de preferência.

Eu não conheço a sua história de vida completa, o que você passou ou pelo que você está passando no momento. Mas posso dizer de coração aberto que essa praça moderna chamada de Facebook, pode ser utilizada de várias formas e eu achei uma que é procurar motivação, inspiração para encarar a minha vida. Eu não ligo se você posta foto de todos os pratos que come fora, do champagne na praia, das viagens pelo mundo, das coisas caras que compra, do BBB, das piadas sem graça, das 530 fotos do seu filho, do biquinho de peixe das meninas, da suadeira na academia, da sacanagem no transito, do seu cachorro, da foto do espelho, da foto de 5 anos atrás quando você achava que estava bonita(o), das conquistas do trabalho, da vida mansa na piscina, do tédio de ficar em casa, da pereba que nunca sara, das correntes de Jesus, do pastor safado, do corinthias… 
Pra mim tudo é parte dessa praça virtual. A praça das almas como eu chamo.
Pessoas tentam imaginar essas redes como uma coisa do mundo físico, não são. Redes sociais são mais que isso, são conexões entre almas. E como no mundo real, a beleza está nos detalhes, aqui também. São vidas tão diferentes, são momentos de tristeza e alegria que convivem juntos.

Eu venho dividir essa minha história para tentar fazer com que outras pessoas possam ver que a vida é pra frente, é pra cima, que se cuidar é o primeiro passo de amor na vida, que viver na doideira vai ter um preço. Não adianta dar um gás no trabalho se não der na vida pessoal. Então moçada, vamos para vida. Vamo pra cima dela.

Ps. Se você leu até aqui, você é um guerreiro(a) rsrsrsrsrsrsrs

(Paulo Tenório, 31 anos)

 
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Publicado por em 22/01/2013 em opinião, Uncategorized

 

Em cartaz: American Pie e Espelho, espelho meu


Esta segunda-feira, véspera de feriado, foi dia de cinema. Os eleitos foram American Pie – o reencontro – e Espelho, espelho meu. Ambos em exibição no shopping Maceió e no shopping Pátio Maceió.

O shopping Maceió estava insuportável, aparentemente, todos os maceioenses tiveram a mesma ideia, ou, o mais provável, não havia nada mais interessante a fazer na capital. Enfim, o resultado foram filas quilométricas, desconforto, abalroamento de gente e muita, muita paciência.

Como chegamos cedo, adiantamos o processo de compra dos tickets, mas ao sairmos da primeira sessão o aglomerado já era impraticável. Confesso que eu não enfrentaria aquelas filas, se fosse necessário, eu teria desistido facilmente. Admiro os determinados que permaneceram ali.

Enfim, a primeira película escolhida foi “American Pie – the reunion”. Comédia beeeeeem americana, apelativa e com enorme conotação sexual. Mas, inegavelmente, engraçada.

Normalmente, esses filmes não contam com bom enredo e se perdem no contexto em nome da graça. Mas esse até que conseguiu manter-se num bom ritmo e ligado ao roteiro. Recomendo. Ri muito, e aconselho a não ser apressado quando os “créditos” começarem a surgir no final do filme, a cena mais engraçada estará por vir.

Divirtam-se!

A sequência oficial de American Pie após o fechamento da trilogia, com “O Casamento”

Shopping Maceió 13h50, 16h15, 18h40, 21h05 (legendado)

Shopping Pátio Maceió 13h20 (exceto sexta, quarta e quinta), 16h, 18h40 e 21h (dublado)

No novo filme da franquia, os personagens voltam a se encontrar numa festa do colégio para relembrar os velhos tempos: Jim (Jason Biggs) continua casado com Michelle (Alyson Hannigan); Oz (Chris Klein) apresenta um programa de esportes na televisão e namora uma bonitona; Kevin (Thomas Ian Nicholas) é casado com uma mulher viciada em reality shows; e Stifler (Seann William Scott) continua o mesmo.

O segundo assistido filme foi “Espelho, espelho meu” que eu estava ansiosíssima para assistir e que não me decepcionou.

Sempre fui fã dos contos de fadas e possuía uma vasta coleção quando criança. Poder contar com uma releitura de “Branca de Neve e os sete anões” em tempos atuais, com toda sorte de efeitos especiais e licença poética foi fantástico.

Surpreendente! Esta é a palavra que melhor define o filme. Eu adorei. Nada que uma boa dose de criatividade e ousadia não façam com um clássico esquecido por quase uma geração inteira.

Shopping Maceió 14h20, 16h40, 19h, 21h20 (dublado)

Shopping Pátio Maceió 17h40, 20h20 (dublado)

Lily Collins (Um Sonho Possível) vive a princesa exilada Branca de Neve e é perseguida pela Rainha Má (Julia Roberts), que governa o reino sem piedade. Na sua luta para conquistar o trono a que tem direito e também para ganhar o coração do príncipe encantado (Armie Hammer), Branca de Neve contará com a ajuda dos leais e destemidos sete anões nessa aventura fantástica cheia de romance, rivalidade e muito humor.

 
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Publicado por em 01/05/2012 em Uncategorized

 

A Nova Advocacia manifesta apoio ao Ministério Público de Contas

A Nova Advocacia é um grupo composto, a priori, por jovens advogados com o pensamento voltado ao fortalecimento da classe, pautando sua conduta pela ética e honradez profissional, de modo a preservar e lutar pelo Estado Democrático de Direito, aproximando os causídicos dos interesses sociais.

Com esta nova mentalidade, o grupo entende que a vaga aberta pela aposentadoria do Conselheiro Isnaldo Bulhões deve ser preenchida por membro do Ministério Público de Contas.

Um membro do MPC nunca foi indicado para ocupar o cargo de Conselheiro, desde a Constituição de 1988. Esta é a primeira vez na história de nosso Estado que surge essa oportunidade, razão pela qual não poderá ser ignorada.

O Ministério Público de Contas é órgão com premissas de independência, que respira ares de renovação e jovialidade, e, assim como a Nova Advocacia, visa contribuir com a proteção da sociedade e a observância dos preceitos fundamentais de Direito Público.

O único Procurador do MPC que preenche todos os requisitos previstos na Constituição Federal é o Dr. Gustavo Henrique Albuquerque Santos, ao redor de quem os colegas reúnem força para verem-se representados, e atestarem, assim, maior pluralidade.

Neste sentido, para a sociedade, é mais que latente, o interesse de ver a cadeira de Conselheiro ser preenchida por quem representa a mudança, enquanto que se observarmos o preenchimento da vaga por membro da Assembleia Legislativa estaremos diante de “mais do mesmo”.

Interessante que a sociedade se una e mostre seu apoio àquele que deve renovar o Conselho.

 

Em tempo, a sessão especial que deverá apreciar o nome do Dr. Gustavo foi marcada para a próxima quinta-feira, amanhã, dia 02 de fevereiro de 2012, no Plenário do TCE, após a sessão ordinária, que está marcada para as 10h00.

 
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Publicado por em 01/02/2012 em Uncategorized, Variedade