RSS

Arquivo da categoria: Cultura

Restaurante Forte Maurício de Nassau na Record

Ainda do ano passado…

50 por 1 jacaréNo dia 29/12/2013 estreou a série Águas do Brasil, com Álvaro Garnero, para o Programa 50 por 1, da Record (com reapresentações na Record News). No segundo episódio da série, “Foz do São Francisco”, o apresentador desembarcou na foz do Velho Chico, aqui, em Alagoas, e “subiu” o rio em direção aos canyons.

Em Piaçabuçu participou de uma corrida de jangadas, que ele ganhou ao final (claro!) e depois partiu para Penedo. Em Penedo, como não poderia deixar de ser, apresentou nossa principal iguaria: a moqueca de jacaré.

O prato que é típico da região foi apresentado em detalhes no programa. O restaurante escolhido foi o Forte Maurício de Nassau, conhecido pela forma especial como a moqueca é preparada, mas também pelo divino pudim de leite e pela variedade de “cachacinhas de frutas”.

Além da iguaria, o programa mostrou a simpatia do meu querido tio Gustavo Lisboa – tio, sim! –, proprietário do restaurante, e também o fantástico visual que se tem do rio a partir do restaurante, aliás, quem não assistiu ao programa, confira e perceba. O que se vê parece um quadra, mas não é. É, simplesmente, o por do sol mais lindo do mundo!

Quem perdeu pode conferir o episódio completo aqui!

50 por 1 São Francisco

 

Serviço:
Restaurante Forte Maurício de Nassau
Praça Barão de Penedo, nº 89, Penedo, AL, CEP: 57200-000
Contato: (82) 3551-3646/ 9981-7047
 
Deixe um comentário

Publicado por em 02/01/2014 em Cultura, Variedade

 

Tags: , , , , , , , ,

Japão: Tokyo – tradição, religião, história e curiosidades

Hoje foi o dia do nosso city tour… O passeio começou às 9h aqui no hotel – Tokyo Prince Hotel – e tinha como “script”: conhecer o Santuário Meiji e o Templo Asakusa Kannon; visita à Praça do Palácio Imperial; tarde e noite livres.

O Santuário Meiji Jingu foi construído em homenagem ao Imperador Meiji que libertou o Japão do feudalismo e do isolamento comercial. Totalmente destruída durante os bombardeios da Segunda Guerra Mundial, o santuário foi totalmente reconstruído em 1958. “A feliz combinação de estruturas de cipreste e tetos em bronze, hoje esverdeados pela oxidação, está cercada por um amplo e belo bosque, calmo e silencioso”.

Já o Templo Asakusa Kannon é um templo budista dedicado ao bodhisattva Kannon, que personifica a caridade. Ele é muito mais ricamente ornamentado, colorido, animado e muito mais popular. Nele vimos rituais, mas também muito mais pessoas de forma desordenada, tirando fotos e comprando buginganga. Por falar em bugingangas, ao lado do templo há um comércio muito forte. Lojas, lanchonetes, passeios de riquixá (aquela charrete puxada por homens) e toda sorte de coisas…

O santuário é xintoísta, enquanto o templo é budista. Basicamente a diferença entre ambas as religiões é o fato de que a primeira é politeísta e cultua a natureza, considerada mais arcaica e tradicionalista, acredita que o fim da vida é o retorno à natureza, é adotada pela família imperial; O budismo, por sua vez, é monoteísta – Buda – e crê na vida após a morte, crê no paraíso e nas compensações pós vida.

Aprendemos que os próprios japoneses dizem que “90% são xintoístas e 80% são budistas, mas que 100% é católico na noite de Natal”. Dizem ainda que “o japonês nasce xintoísta, morre budista e casa católico”. Isso seria por causa das principais festas. O batizado xintoísta seria belíssimo, assim como o fato de que haver um paraíso pós vida – budismo – é muito mais atraente do que voltar à natureza, e o casamento católico é uma festa e tanto.

Brincadeiras nipônicas à parte, o que vimos foram rituais religiosos belíssimos, mesmo com a grande concentração de turistas tanto no santuário, quanto no templo.

A visita à Praça do Palácio Imperial foi frustrante porque nem de longe vimos o palácio. Construído numa área de 1000 metros quadrados e escondido por trás de árvores enormes, nele residem o Imperador e sua esposa, os filhos moram em outro palácio. O imperial só é aberto à visitação duas vezes no ano: no ano novo e no dia do aniversário do Imperador. Curiosidades e frustrações à parte, vale a visita… O local é belíssimo, os jardins, a organização, a limpeza e os fossos que circundam o palácio. Coisa de histórias infantis.

*******

Curiosidades

O Japão possui uma população de 127 milhões de habitantes, sendo que 10% deles vivem em Tokyo. Inacreditavelmente não vemos miséria, não há um pedinte e, como relatei anteriormente, a criminalidade é baixíssima.

Incrivelmente focados e determinados, dá para entender como o Japão, país de 377.873 quilômetros quadrados, foi capaz de superar a devastação da II Grande Guerra, se reconstruir, sediar os jogos olímpicos de 1964 e a partir daí crescer e não parar mais.

Por falar em Olimpíadas, o Japão é candidato à sede em 2020 e está em franca campanha.

Com um PIB de mais de 5 trilhões de dólares, o Japão é a terceira economia do mundo. Só a título de comparação, o Brasil possui mais de 190 milhões de habitantes, 8.515.767,049 quilômetros quadrados e um PIB de pouco mais de 2 trilhões, a sétima economia do mundo.

Mas em IDH somos o 85o, enquanto eles são o 10o.

Outra curiosidade é a Embaixada da Rússia. A rua é extremamente policiada para evitar excessos nas manifestações contra a ocupação russa de ilhas japonesas. Na verdade, a discussão é justamente sobre quem são os verdadeiros possuidores das ilhas, o litígio remonta ao fim da II Guerra.

A japonesa que nos guiou hoje revelou que sempre vê policiamento, mas que nunca viu manifestantes.

Outra curiosidade é relativa ao relacionamento do Imperador Akihito com a Imperatriz Michiko. Ela foi a primeira plebeia que se casou com um membro da Casa Imperial do Japão e deteve o título de Princesa Consorte do Japão. Até essa parte já é interessante, mas o curioso é que ambos se conheceram jogando tenis, grande paixão do imperador. Na época Michiko namorava um diplomata e para conquistar a amada o Império – Akihito ainda não era Imperador – mandou o diplomata embora e proibiu seu retorno. Michiko acabou casando-se com Akihito, mas não era seu desejo, pois tinha muito receio quanto às suas obrigações. A principal obrigação da esposa de um Imperador é lhe dar um filho varão, Michiko deu logo dois ao Imperador.

*******

Hoje vivi ainda mais experiências legais, estas acabaram 13h, mas o post ficou grande demais, amanhã posto mais!!

Boa noite, amigos!!

Tokyo, Japão, 21/08/2013, 23h13

DSC02556

Santuário Meiji Jingu

DSC02566

Santuário Meiji Jingu

DSC02584

Santuário Meiji Jingu

DSC02588

Santuário Meiji Jingu

DSC02596

Santuário Meiji Jingu

DSC02622

Santuário Meiji Jingu

DSC02631

Santuário Meiji Jingu

DSC02680

Templo Asakusa Kannon

DSC02685

Templo Asakusa Kannon

DSC02694

Templo Asakusa Kannon

DSC02701

Templo Asakusa Kannon

DSC02707

Templo Asakusa Kannon

DSC02708

Templo Asakusa Kannon

DSC02713

Templo Asakusa Kannon e Comércio local

 
1 comentário

Publicado por em 21/08/2013 em Cultura, Diário de Viagem

 

Tags: , , , , , , , , , , ,

Mangueira, parabéns!

Nunca passei um carnaval na cidade do Rio de Janeiro, mas adotei-a como minha segunda casa desde que, aos 11 anos de idade, passei algumas semanas por lá, em férias com a família. A cidade que à época causava muito medo aos visitantes, principalmente os que iam de Alagoas, àquele tempo criminalidade aqui tinha endereço certo, não era como é hoje, aliás, como hoje é aqui, era lá.

Lembro que num dos dias em que fui visitar minha tia carioca com toda a família e primos alagoanos que também estavam a passeio, deparamo-nos com a rua interditada pela polícia, três corpos estavam espalhados, pois tinha havido um tiroteio aos pés do morro do Cantagalo, em Copacabana, bem próximo ao local onde minha tia mora até hoje.

Nas minhas últimas idas ao Rio nada de perigoso encontrei. Já era possível andar tarde da noite pelas ruas de Copacabana sem que houvesse maiores perigos. Perigoso mesmo é viver e sobreviver em Maceió.

Enfim, justamente por todo esse carinho que tenho pelo Rio e pelos cariocas meu time do coração é o Flamengo (mesmo não sendo o dos meus primos tricolores) e minha escola de samba preferida é a Mangueira, por influência maravilhosa do meu já falecido tio Jonilson, com quem assistia aos desfiles pela tv quando ainda era bem criança diretamente do feriado de momo em Paripueira (AL).

 Mangueira

Hoje a Mangueira está aniversariando, no dia 28 de abril de 1928 era fundada a Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, uma das mais tradicionais do Rio de Janeiro e também uma das mais conhecidas no mundo. Seus fundadores foram Carlos Cachaça, Cartola, Zé Espinguela, entre outros. Uma de suas figuras mais conhecidas foi o sambista Jamelão, intérprete oficial da escola de 1949 até 2006.

Por volta de 1920, surgiram os blocos com os elementos dos cordões e dos ranchos reunindo os “bambas” do350px-Mangueira batuque e que atuaram como células para mais tarde darem origem às escolas de samba. Somente na localidade conhecida como Buraco Quente havia os blocos da Tia Fé, da Tia Tomázia, do Mestre Candinho e o mais famoso de todos, o Bloco dos Arengueiros. Foi Cartola, que aos 19 anos, sentiu que era a hora de canalizar o dom natural dos malandros do bloco, a fim de mostrá-los de uma forma mais civilizada, com todo o potencial rítmico e coreográfico herdados do ancestral africano.

No dia 28 de abril de 1928, reunidos na Travessa Saião Lobato, nº 21, os arengueiros Zé Espinguela, “Seu” Euclides, Saturnino Gonçalves (pai de Dona Neuma), Massu, Cartola, Pedro Caim e Abelardo Bolinha fundaram o Bloco Estação Primeira. Este bloco esteve presente no primeiro concurso entre sambistas na casa de Zé Espinguela, em 1929, sendo um dos precursores das escolas de samba, junto com a Deixa Falar e a Portela.

Logo Mangueira1024x860A Mangueira foi a escola que criou a ala de compositores e a primeira a manter, desde a sua fundação, uma única marcação do surdo de primeira na sua bateria. No símbolo da escola, o surdo representa o samba; os louros, as vitórias; a coroa, o bairro imperial de São Cristóvão; e as estrelas, os títulos.

A Mangueira acumula 18 títulos do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro – 1932, 1933, 1934, 1940, 1949, 1950, 1954, 1960, 1961, 1967, 1968, 1973, 1984, 1986, 1987, 1998 e 2002. Em 1984, a escola também ganhou o Super Campeonato, na inauguração do Sambódromo. A Verde-e-Rosa foi campeã da segunda-feira de carnaval, a Portela do domingo. Três escolas foram para o sábado das campeãs, onde iriam disputar o Super-Campeonato, e a Mangueira foi aclamada a Super-Campeã.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 28/04/2013 em Cultura, Variedade

 

Tags: , , ,

Corações Sujos: os japoneses do Brasil chegam aos cinemas

 

Há alguns bons anos li “Corações Sujos”, de Fernando Morais. Desde que conheci “Olga”, aos doze anos de idade que Morais se tornou um dos meus biógrafos preferidos, talvez com ele eu tenha conhecido esse gênero literário que hoje é dos meus preferidos, duelando com os romances épicos .

Enfim, quando soube que Corações Sujos, a exemplo de Olga, seria lançado nos telões do cinema fiquei curiosa. Esclareço. O livro é bem peculiar, nele o autor explica as nuances de cada descoberta, as dificuldades na tomada das entrevistas e a algum custo consegue revelar todo o emaranhado de intrigas que o povo nipônico enfrentou nos anos que se seguiram ao fim da II Guerra Mundial.

Os japoneses são orgulhosos de sua história, de suas batalhas e da fama de invencíveis que sempre ostentaram. Muitos vieram ao Brasil no início do século XX incentivados pelos governos de ambos os países em face de acordo firmado para tentar amenizar a situação populacional do Japão.

Durante a Guerra Mundial, os japoneses mantiveram-se fieis aos seus preceitos, sua moral e honra. Acreditavam piamente na vitória dos conterrâneos (Eixo) contra os Aliados. Quando a guerra acabou e as notícias sobre a derrota do Japão chegaram ao Brasil, a comunidade não acreditou e aqueles que acreditaram eram chamados Corações Sujos, daí o nome que inspirou o livro e o filme.

Mas o filme não consegue aprofundar os dramas que são retratados no livro. Durante sua pesquisa, Morais conseguiu apurar diversas histórias paralelas que se cruzaram no embate que se deu entre japoneses que acreditavam na vitória do Japão e os que acreditavam em sua derrota.

Importante contextualizarmos que os tempos eram bem diferentes. O Brasil de mais de meio século atrás não contava com a liberdade de imprensa e os meios de comunicação eram os oficiais. A imprensa noticiava o que a censura permitia.

Gostei muito do filme, denso, mas, como sempre, quem leu o livro pode não se contentar com o enredo.

Pontos extras para a pequena notável, Celine Miyuki, no papel de Akemi. A garota de 10 anos rouba as cenas.

 

Cine Sesi – Terça a Domingo – 21h

 

 

 
Deixe um comentário

Publicado por em 16/10/2012 em Cultura

 

Tags:

Teatro rubro: Fagundes faz plateia pensar

Divulgação

O espetáculo Vermelho trouxe a Maceió Fagundes em dose dupla, pai e filho – Antônio e Bruno – e na bagagem a missão de fazer a plateia pensar. Exatamente, mais que uma peça de teatro, o espetáculo trata de forma complexa temas que passam despercebidos no dia a dia das pessoas comuns.

Antonio Fagundes dá vida a Mark Kothko, artista prepotente que carrega consigo o orgulho por ter ajudado a “sepultar” a arte impressionista. Kothko era natural da União Soviética e radicado nos Estados Unidos, onde alcançou fama. Rotulado de expressionista abstrato, Rothko resistia, pois via em suas telas a capacidade de fazer o espectador pulsar. Não a considerava abstrata, mas subjetivista, reconhecendo que para entendê-la eram necessárias paciência e dedicação.

Fazendo o contraponto do espetáculo está Ken, interpretado por Bruno Fagundes (22), o auxiliar de Kothko que sonha em se tornar um grande artista, assim como o mestre. Os diálogos e embates travados pela dupla ajudam o público a entender a personalidade intimista e prepotente de Kothko.

Muitas vezes a peça lembrou-me “A Casa Amarela”, por Gero Camilo, num monólogo incrível. Onde o único artista no palco chegou ao seu ápice dando vida não só a Van Gogh, o protagonista, mas também Paul Gaugin. Eles que tiveram uma relação de amizade e ódio tão intensa, capaz de influencia, sobremaneira, na obra de antes.

Guardam-se as proporções, pois na “Casa” de Van Gogh havia mais cor, mais loucura e mais intensidade. Por seu turno, “Vermelho” guardou mais drama, mais conflitos e mais vermelho, muito mais.

O mais interessante dos diálogos de Kothko e seu ajudante foi a capacidade de transmitir ao público informações pela maioria desconhecida. Muitos não sabem que a história da arte é feita de conflitos, que a geração que sobrevém ataca e minimiza a anterior, mostrando força e “bom gosto”. Vermelho nos mostrou pelos olhos de um Expressionista sua glória ao ultrapassar os Impressionistas e seu fracasso ao ver-se engolido pela Arte Pop de Andy Warhol.

As críticas tão atuais tecidas por Kothko (A. Fagundes) a cultura de massa que populariza arte de gosto duvidoso e que transforma conceitos superficiais em verdades indiscutíveis, empobrecem culturalmente as pessoas, que simplesmente aceitam a ‘nova moda’ sem preocupar-se com seu sentido e intenção.

Veladamente a crítica que se faz aos grandes empreendimentos, financiadores e mantenedores da arte, é o maior legado da peça. Supera a inestimável contribuição social de apresentar ao público um artista do quilate de Kothko, mas não tão conhecido por “essas bandas” do Atlântico.

E, indubitavelmente, o desconhecimento popular sobre Kothko e outros expressionistas deve-se muito ao sucesso da arte popular, da estética para a massa e da influencia dos meios de comunicação de massa criando e afirmando o que deveria ser considerado arte. Mais uma vez a arte que sobreveio engoliu a antecessora.

Nossa Capital, Maceió, é bem carente de programas culturais, não temos grandes incentivos, nem escolas de belas artes e muito menos companhia de teatro com incentivos necessários a sua sobrevivência. Lamentavelmente somos reféns dos espetáculos que saem em turnê e passam por aqui, e normalmente as comédias são melhor aceitas pelo público.

E como bem frisou Fagundes-pai ao final de “Vermelho”, num bate papo, as pessoas não querem pensar e não se sentem atraídas por nada que lhes desperte o pensamento, a autocrítica e a autocensura.

Divulgação

Divulgação – bate-papo

Divulgação

Outra abordagem sobre o tema: O que é o vermelho, o preto, o branco?

 
Deixe um comentário

Publicado por em 15/10/2012 em Cultura

 

Tags:

Apaixone-se por Maceió

Tem circulado pelas redes sociais um viral convidando os internautas a conhecerem Maceió e virem prestigiar os réveillons deste ano.

Achei o vídeo sensacional, criativo e contagiante. Tendo em vista que estamos tão acostumados às críticas relacionadas à falência das políticas públicas essenciais a nossa sociedade, acho oportuno compartilhar com os leitores do Palavras ao Vento vídeo tão comovente.

Divirtam-se, apaixonem-se por Maceió, e lutem por um futuro mais justo.

Maceió, capital dos Reveillons

 
1 comentário

Publicado por em 19/09/2012 em Cultura

 

E você? Quais os seus desejos?

Apenas este fim de semana Maceió receberá a Companhia de Teatro Vanilla com seu espetáculo “Sobre o Desejo”, baseado na obra do escritor francês Denis Diderot, direção de André Corrêa e contando com grande elenco, a encenação promete envolver o espectador e despertar seus desejos mais inconfessáveis.

No Teatro do Marista, hoje (sábado), às 21h e no domingo, às 20h. Ingressos à venda na bilheteria do teatro e nas lojas HIT e DM Store.

O trabalho é o resultado da união do texto “O Filho Natural”, com cenas contemporâneas construídas pelos atores da Companhia Teatro Vanilla, a partir de uma pesquisa da obra de Diderot, sob direção de André Corrêa. O tema “desejo” se destacou como fio condutor da peça, já que também foi um ponto determinante em toda obra do autor francês.  Através da união desses dois processos de encenação, o grupo propõe um diálogo entre o teatro contemporâneo (cenas criadas pela Companhia) e o clássico (“O Filho Natural”), no que diz respeito à estética da cena e ao conteúdo dramatúrgico.

O elenco do espetáculo é composto pelos atores Ana Paula Faria, André Moss, Elohá Bartijoto, Flávia Mariotto, Guilherme Mazzei, Juliana Garcia, Julio Cezar Gomes, Luiz Felipe Bianchini, Nicole Fischer, Renata Sarmento, Renato Velloni e Vinicius Lopes.

Renata Sarmento é alagoana e mora em São Paulo há quatro anos, desde que resolveu mergulhar no sonho de ser atriz. Dedicada e competente, Renata estreia em sua terra natal a sua segunda peça profissional e traz consigo toda disposição em envolver o público com um enredo que pretende marcar os espectadores.

Após essa curtíssima temporada nos palcos alagoanos, o espetáculo ficará em cartaz por dois meses em São Paulo, a partir do dia 22 de setembro, no Teatro Coletivo.

Constantemente reclamamos da falta de opções culturais no estado, não podemos perder essa oportunidade de contemplar um espetáculo alternativo e conscientemente artístico.

Indico!!

 
1 comentário

Publicado por em 15/09/2012 em Cultura