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Arquivo mensal: agosto 2012

Carmine’s, Fantasma da Ópera e US Open

Havíamos combinado que hoje meu pai e Bruno iriam ao US Open, por isso saí bem cedo para comprar minha câmera e assim ficar mais independente da de Bruno, meu primo. Escolhi a B&H que já falei a respeito por aqui. Na nona avenida entre as ruas 33 e 34.

Como o dia estava chuvoso, os passeios ficaram prejudicados. Quem ia ao US Open naquela segunda, primeiro dia, para assistir à estreia de Roger Federer naquela edição do Aberto dos EUA, comprou seu ingresso, e quem não quis ir comprou ingresso para o Fantasma da Ópera, espetáculo da Broadway com mais tempo em exibição.

Depois de uma tarde preguiçosa, o pessoal do tênis foi de metrô ao Queens, onde fica Flushing Meadows.

E os demais seguiram ao Carmine’s, na Times Square com a rua 44. Restaurante recomendadíssimo. A comida é muito boa e em grande quantidade, num preço muito baixo. A culinária é italiana e o estilo é parecido com o de grandes cantinas italianas (meio misturado com uma “confeitaria colombo”).

 

 

 

 

O espetáculo Fantasma da Ópera é fantástico, esta foi a primeira vez que assisti e é mesmo um clássico imperdível, não é à toa que está em cartaz há tantos anos. Trilha sonora impar e efeitos especiais muito legais também. O mascarado é capaz de meter medo e despertar amores e ódios. Recomendo!

Como de praxe, paramos na sorveteria D-Lite para conferirmos as especialidades do dia.

O pessoal que foi a Flushing Meadows chegou no hotel bem tarde, passava de 1h da madrugada. Só do Queens para o hotel leva uma hora de metrô. Pararam num bistrô próximo ao hotel, La Maison (sétima avenida), para uma sopa. Para quem gosta de tênis o passeio é recomendado, cansativo, mas vale a experiência.

 
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Publicado por em 27/08/2012 em Diário de Viagem

 

Um domingo nova-iorquino

Depois da noite de tour de Bar em Bar, plena sexta-feira nova-iorquina, eis que chega o fim de semana, e com ele o convite de nosso anfifrião para tomarmos o café da manhã num “flea market”, isso mesmo “mercado de pulgas”, à excessão da decoração repleta de objetos antigos, por lá não encontramos nada que nos remetesse a um mercado de pulgas.

O café da manhã e almoço, chamado de brunch (breakfast + lunch), foi muito bom. Panquecas, waffles, ovos, bacon, tudo bem americano, além das bebidas: café, suco de laranja, mimosa (suco de laranja com champagne) e bloody Mary (suco de tomate com vodka). Muito interessante e gostoso.

O Flea Market escolhido fica na Avenida A entre as ruas 8 e 9, vale à pena conferir.

De lá seguimos para um passeio fora do roteiro turístico, na verdade é um passeio próprio dos americanos nos finais de semana, atravessar de balsa para a Governor’s Island. Mais detalhes aqui.

A ilha é fantástica, lá foi um centro para operações militares e hoje está sendo adaptado para o turismo, com espaço para apresentações culturais, parques infantis, e muito espaço para jogging e bicicletada. A estrutura ainda não é muito boa, os banheiros são químicos (mas limpos, coisa de primeiro mundo) e há apenas um lugar (central) com estrutura de restaurante.

Justamente a área do restaurante lembra muito uma praia, com areia, coqueiros e até um palco para shows ao ar livre. A ilha fica ao extremo sul da ilha de Manhattan e por isso goza de uma vista singular dos arranha-céus, do novo World Trade Center (WTC), da estátua da liberdade e do rio. Vale também conhecer o forte.

O passeio vale muito à pena, por lá dificilmente serão encontrados turistas, o passeio é bem família e será possível ver como se comportam os americanos em seus momentos de lazer, em especial os judeus, são muitos na ilha.

A cultura e o comportamento dos judeus ortodoxos são bem interessantes. Já falei em post anterior que eles despertam nossa curiosidade, mas lá descobri que as mulheres usam peruca quando saem de casa. Interessante!

Na volta para Manhattan, já que estávamos no sul da ilha, optamos por passear pelo Museu e pelo Memorial do WTC (Veja aqui minhas impressões). Caminhando por Wall Steet esbarramos no touro que simboliza a força da economia americana (ao menos é o que dizem) e no movimento Occupy Wall Street, hoje bem fragilizado e com poucos adeptos, mas que se aglomeram às portas da Trinity Church (igreja belíssima em estilo gótico que passa por reformas).

Passear pelas ruas de NYC, além de uma aventura, tem um charme especial. Descobrir entre ruas arranha-céus modernos em meio a construções antigas e históricas nos lembra o centro de Londres e suas particularidades. O passeio pela região também vale muito. De repente você poderá se deparar com cenários intactos de filmes hollywoodianos.

O jantar de hoje foi no restaurante Bubba Gump, inspirado no filme Forrest Gump. Vale conferir na Times Square.

 
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Publicado por em 26/08/2012 em Diário de Viagem

 

Natureza, Cultura e Balada num só lugar – NYC

Nosso terceiro dia em NYC foi reservado aos museus, nossa intenção era passear pelo Central Park, esbarrar no Metropolitan, que fica no Central Park, visitá-lo e continuar o passeio pela região dos museus, seguindo ao Guggenheim e ao Museu Americano de História Natural, que fica do lado oposto ao Metropolitan, atravessando todo o Central Park.

Apenas para se ter uma ideia: o Central Park ocupa um espaço de 341 hectares; inicia, ao sul, na rua 59,e vai até a rua  110, que se chama Central Park North, sendo limitado à leste pela Quinta Avenida e a oeste pela Park West (ou Oitava Avenida).

Dando início ao combinado partimos em direção ao Metropolitan Museum, já que íamos passear que começássemos cedo. Para evitar nos perder no Central Park, o que não é difícil, partimos pelo sul, mais próximo ao nosso hotel e resolvemos nos guiar pelos carros que às vezes apareciam entre as árvores pela margem direita do parque, ou seja, a Quinta Avenida, a avenida do Metropolitan e outros museus.

Na rua 79 saímos do parque e continuamos pela avenida, pois o “Met” já estava próximo, na 82.

O Metropolitan é fantástico, para conhecê-lo só com muita disposição e tempo, mas quem dispõe dos dois pode vangloriar-se de ter conhecido o mundo e toda sua história a partir de um único lugar. A experiência é incrível e indescritível. Há momentos em que a vontade é de sentar e chorar, não só pela contemplação de poder ter acesso a toda aquela cultura e a todos aqueles objetos que só figuram nosso imaginário a partir dos livros de artes e história, mas também porque por mais que nos esforcemos nunca conseguimos ver tudo o que gostaríamos.

Como os companheiros de viagem cansaram e quiseram sair tive que me contentar com a promessa de voltar lá, ainda que sozinha.

De lá partimos para um pub irlandês (The Irish Pub) próximo ao hotel, almoçamos e fomos descansar, pois a noite seria de tour por bares do east village.

Nachos

 

The Irish Pub – 7ª avenida, entre as ruas 53 e 54.

TOUR “BAR EM BAR”, em East Village.

Aproveito para recomendar ao leitor os bares da última viagem à NYC, veja aqui.

Começamos pelo McSorley’s.

Fundado em 1854, orgulha-se por ser a cervejaria a mais tempo em funcionamento na cidade de Nova Iorque. Localizado no número 15 leste, na 7ª rua, pode vangloriar-se de ter servido desde Abraham Lincoln até John Lennon. As mulheres só foram aceitas em 1970, razão pela qual eu não pude me furtar ao dever de experimentar a cerveja da casa (sim, feita artesanalmente até hoje). Afinal, as mulheres lutaram para serem aceitas lá.

Interessante notar as imagens nas paredes, há recortes de jornais e fotos de frequentadores do pub ao longo dos anos, por meio dos quais podemos ter uma ideia do quão histórico é o local. O pub é de origem irlandesa e surgiu para os trabalhadores que chegaram em NYC para construir a cidade.

De lá seguimos para o Garage Jazz Cafe.

Localizado no coração de Greenwich Village, na 7ª avenida, o Bar e Restaurante oferece o que há de melhor em Jazz. Original dos Estados Unidos, os músicos que se apresentam no local são da melhor qualidade. Frequentado pelos próprios nova-iorquinos, ainda não foi descoberto pelos turistas, razão pela qual é interessante o passeio para melhor conhecer a manifestação artístico-cultural que nasceu na região de Nova Orleans, mas que caiu no gosto do americano. Ótima comida e bebida. Recomendo a lula e a pizza tradicional.

Por fim fomos ao Bar 55.

No coração do Village, vizinho ao histórico Stonewall Inn, localizado em 55, Christopher Street. O bar é pequeno, mas bem aconchegante, nele se aglomeram as pessoas das mais variadas tribos que gostam da boa música e estão dispostos a ouvir a voz grave da Sweet Georgia Brown, num blues de deixar qualquer um de cabelos em pé. Recomendo muito. No bar não são servidas comidas, só bebidas, mas num preço justo e é cobrada entrada por causa do show. Sinta-se um nova-iorquino.

A noite foi longa, mas muito divertida!!

seguimos

 
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Publicado por em 25/08/2012 em Diário de Viagem

 

City tour – tiroteio – Broadway

Normalmente optamos pelo city tour local, do tipo “hop on, hop off” (aqueles ônibus coloridos, normalmente vermelho, por meio dos quais podemos conhecer os principais pontos turísticos, subindo e descendo do veículo, quantas vezes quisermos, dentro de um período de tempo pré-estipulado), entretanto, para nosso conforto optamos por um tour contratado no Brasil a ser feito por companhia americana, mas com promessa de guia brasileiro.

Conforme prometido o guia era brasileiro, mas no grupo éramos minoria, a maioria era de italianos, e assim sendo o português era sempre segunda opção, mas foi muito bom. Valeu a pena. Seguramente, o tour “hop on, hop off” sai mais em conta e, a depender do “desenrolar no inglês ou espanhol” será tão proveitoso, ou mais.

Este dia foi curioso, pois houve um atentado no Empire State Building e no momento estávamos saindo do

Helicópteros parados sobre a região do Empire State Building

Central Park, no ônibus turístico, em direção à Quinta Avenida, a fim de continuarmos o passeio o que fatalmente nos levaria ao prédio em questão – na rua 34 com a Quinta Avenida.

O trânsito estava mais complicado que o normal e pelo Twitter comecei a receber mensagens preocupadas dos amigos, foi quando li a informação (ainda não confirmada) do tiroteio protagonizado por funcionário demitido insatisfeito e vingativo que acabou vitimando mortalmente uma mulher, sendo o próprio algoz morto pela polícia, e resultando em cerca de oito pessoas feridas.

Em princípio as pessoas no ônibus não acreditaram, com exceção do guia brasileiro e do motorista, talvez por entenderem melhor o que significa o dia a dia em Nova Iorque. Enfim, a nós nada de mais houve além do susto rápido.

O tour incluiu uma visita rápida à estátua da liberdade em toda sua magnitude americana, porque de grandiosa ela não tem nada. Perto de nosso Cristo Redentor ela mais parece uma miniatura. Mas… muito bela. Inegável.

Fui surpreendida com uma rápida visita ao The New York Times, vi toda grandiosidade do prédio que abrange mais que o jornal impresso, mas todo o conglomerado.

Findo o tour, nos dirigimos ao Mercato Trattoria, recomendação do guia, o qual conferimos, muito pertinente. Comida muito boa e o preço é justo. Aliás, em NYC (cidade de Nova Iorque) impossível comer mal, difícil é comer barato.

Nosso anfitrião, meu primo André, enfim juntou-se a nós. Levou-nos a um “pé-sujo” muito legal na Nona Avenida com a rua 44, chamado Rudy’s, com um enorme porco na porta. Lá pede-se uma jarra de cerveja e ganha um ou dois hot dogs, essa parte eu não lembro muito bem porque o que me interessava mesmo era conhecer a “Ketel One”, uma vodka muito bem conceituada entre os americanos. Aliás, “Absolut” é considerada apenas uma boa vodka.

Voltamos para o hotel e descansamos até o show da noite, e o escolhido foi Mamma Mia, na Broadway, pertinho do hotel. Fomos eu, meus tios e meu primo Bruno.

O espetáculo foi fantástico, assim como tudo que se relaciona à Broadway e à Mamma Mia… Saímos do show cantando como que revivendo os bons tempos de ABBA.

Depois fomos passear um pouco pela Times Square e conhecer as “flagship stores” que mais chamam a atenção: M&M e Hershey’s. Muito legais. A da M&M é mais divertida, a da Hershey’s é curiosa, mas não há muito o que ver nela… Se bem que os chocolates valem por tudo…

Finalizamos a noite com um delicioso sorvete D-Lite. Muito legal a ideia, cada dia oferecem sabores diferentes e diferenciados, todos particulares da loja. Aqueles que só gostam de chocolate ou flocos passem bem longe dela, mas, se arriscarem, escolham qualquer sabor, impossível não adorar!

 

 
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Publicado por em 24/08/2012 em Diário de Viagem

 

Diário de Férias – o início – NYC

Essas férias de pouco mais de 15 dias foram planejadas com alguns meses de antecedência. O roteiro escolhido incluiu Nova Iorque e um cruzeiro até a pequena St. John, no Canadá. E a ideia era aproveitar o máximo a cidade que nunca dorme, uma vez que o período de poucos dias dedicados à Manhattan no carnaval deste ano não correspondeu às expectativas geradas pela metrópole mais empolgante do mundo.

Além de mim e meus pais, contamos com a companhia de meus tios, Rui e Wânia, e meu primo-irmão Bruno, tudo, claro, sob a supervisão, mesmo que por SMS, do brasileiro mais “local” de todos os tempos, meu primo André.

Chegamos em Nova Iorque pelo aeroporto JFK e, assim como no período do carnaval deste ano, continua em reforma. Os nova-iorquinos dizem que o aeroporto está sempre em ampliação.

Aproveito para frisar que o aeroporto do Galeão (Tom Jobim) no Rio de Janeiro, pelo qual só passamos, está bem melhor que há seis meses. Já não parece “em eterna manutenção” e aparentemente está mais organizado e confortável. (Será que já podemos esperar algo não tão vergonhoso na Copa, ao menos no Rio?)

Voltemos… a imigração no aeroporto JFK foi tranquila, brasileiros continuam bem-vindos e   não houve nada além da praxe: nossas digitais foram escaneadas e nossos rostos fotografados. As perguntas também foram as mesmas: razão da visita e a quantidade de dias previstos para permanência no país.

Após as malas – como sempre as últimas a aparecerem na esteira – optamos por taxi comum no translado aeroporto-hotel, o que saiu muito mais em conta, pois um transfer contratado no Brasil ou pela internet não sairia menos de 50 dolares por pessoa, já o táxi (amarelinho) saiu 45 dolares (valor tabelado) e mais dois dolares por mala.

Novamente nos hospedamos no Park Central Hotel, em plena sétima avenida, aquela que seguindo em sentido sul chegaremos à Times Square e sentido norte daremos no Central Park. Mais central impossível.

De pronto conseguimos um quarto, mesmo sendo pouco mais das 11h e os quartos normalmente só serem liberados às 16h (coisa de americano, porque no Brasil o check-in é feito às 14h). Deixamos as coisas e já seguimos para Times Square, encontramos a “familiarada” toda e fizemos as primeiras atividades indispensáveis.

Habilitamos os celulares com “SIMs” AT&T, acesso à internet e ligação local incluso, assim como ligação para o Brasil com tarifa diferenciada, tudo por menos de 50 dolares.

Fomos à B&H comprar acessórios para a câmera fotográfica e conheci a melhor loja do ramo. Além de uma centena de vendedores, atendentes e funcionários dispostos a ajudar, a loja conta com alguns brasileiros a fim de facilitar a comunicação com esse público que o americano vê como “potencialíssimo”.

A loja é de judeus e, como suas vestimentas e comportamentos são bem particulares, o passeio pela loja e a forma como trabalham proporcionam um espetáculo à parte. É interessante vê-los circulando, trabalhando, interagindo entre si, com colegas e com os funcionários de outras etnias. Vale à pena a visita, ainda que não seja pela compra (mas duvido que saia de mãos vazias, os preços são convidativos), só para ver a tecnologia que oferecem, assim como a logística da loja, desde o atendimento nos diversos setores até o pagamento e entrega dos produtos.

Após as compras iniciais de nosso fotógrafo oficial, meu primo Bruno, voltamos à Times Square. Uma caminhada boa, uma vez que a B&H fica na Nona Avenida, entre a 34 e a 35 ruas, enquanto a Times Square fica depois da 42 com a Broadway ou a Sétima.

Nova Iorque ainda está curtindo o verão, as ruas estão repletas de gente e os pontos turísticos estão insuportáveis de turistas, muitos deles são brasileiros. Aqui, realmente, não parece haver crise, mas chama a atenção de quem já esteve por aqui o número de “homeless” (moradores de rua) e de vendedores ambulantes. Não que eles não existissem, mas, antigamente, quando víamos um chamava muita atenção, hoje são, praticamente, comuns – perdem-se entre pedestres e turistas.

Casualmente meu pai viu uma propaganda do Cirque du Soleil em fim de temporada no Radio City. Apesar do nome, Radio City é uma casa de espetáculos, famosíssima e histórica. Muito mais por curiosidade do que por esperança de encontrar ingressos, fomos até lá, na Sexta Avenida, próximo ao Rockefeller Center, que também é bem próximo de todo o burburinho turístico. Encontramos ingressos legais e fomos nos preparar para uma noite e tanto… Cirque du Soleil no Radio City, parecia que nossas férias seriam ainda melhores que o planejado.

Almoçamos no Rosie O’Grady’s, quase no horário da janta, nos aprontamos e seguimos para o Radio City.

Impossível descrever em palavras o que é o Radio City. Sem sombra de dúvidas o teatro mais lindo, mais espaçoso e luxuoso que já vi na vida. O espetáculo esteve à altura e o Cirque du Soleil contou com muito mais do que o talento de seus artistas e cenários impecáveis, mas também com o ambiente perfeito, assim como com os efeitos especiais de luz e som mais adequados que a tecnologia de ponta podem proporcionar. Fantástico!

Na saída passeamos um pouco pelo Rockefeller Center e voltamos caminhando. Primeiro meus pais se separaram e foram para o hotel, depois eu. O que significa que na altura da rua 57 com a quinta avenida eu segui sozinha até a 55 com a sétima. Lá pelas 22h30. Mas extremamente seguro, nem “homeless” havia nas ruas e no máximo encontrei pessoas indo para as baladas, afinal, era plena quinta-feira na cidade que nunca dorme…

 
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Publicado por em 23/08/2012 em Diário de Viagem